Na China, escolas privadas que atendem crianças e adolescentes durante o período de educação obrigatória não podem funcionar com o objetivo de distribuir lucros aos seus proprietários.
A legislação chinesa determina que essas instituições, voltadas aos estudantes dos 6 aos 15 anos, operem sem fins lucrativos. Isso significa que o dinheiro excedente não pode ser distribuído como dividendos e deve ser reinvestido na própria escola.
A regra não significa que todas as escolas particulares sejam proibidas no país. Instituições privadas continuam existindo, e algumas modalidades de ensino fora da educação obrigatória podem funcionar com fins lucrativos, desde que respeitem as normas aplicáveis.
A medida reflete a visão do governo chinês de que a educação básica deve atender ao interesse público, evitando que o lucro seja o objetivo central das instituições responsáveis por essa etapa da formação.
O modelo chama a atenção por estabelecer limites à exploração comercial da educação e levanta uma discussão importante sobre o papel das escolas na sociedade.
E você, acredita que a educação básica deveria funcionar sem fins lucrativos?
